Lembro-me de ter visto ou lido num filme: “O cigarro esconde”. Esconde o meu corpo turbulento e frágil de qualquer conspurcação que me tente. Nele arruína-se a experiência de ter habitado alguma coisa em qualquer idade. Recordo apenas fragmentos que moldaram ruínas; ergueram mitos. Errantes, os talismãs guiam-me os caminhos germinados de sibilas e encruzilhadas sem vínculo. Percorro-os, sôfrega, entre uma e outra linha.
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