A realidade urge e o amor não tem lugar nas mãos. Nas tuas mãos. Tens Deus, dizes, ou um livro qualquer. E o resto? Vender a alma ao diabo poder ser, ao contrário do que julgas, a sede de saber. Embriagaste-te neles, e agora? És capaz de sair do Conto de Fadas em que te amanhas? Perceber que o amor é um lugar-comum onde os seres falham mais do que queriam. Se magoam e magoam para não serem magoados e, a seguir, perdoam, ao contrário de ti, preso num final feliz em que não acreditas, mas leste!, e isso, às vezes, é tão pouco.
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