quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

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contigo a Céu-aberto
caio em queda-livre

Há alguns meses que os meus joelhos sangram. Sinto o teu perfume de lírio e canela sempre que me sento no café ao ler-te. Dizem que morrestes. Todos me fazem crer que não vou voltar a ver-te. Como é possível? Se me contas estórias de mulheres que vivem no campo. Mulheres que têm gatos. Mulheres que são lésbicas e que os homens temem nelas alguma teoria menos viril que também a eles lhe contaram. É verdade que não estás aqui? Que o perfume de lírio e canela é de  alguém que entra e sai sem que eu consiga ver?

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